
Antropofagia:
Devorar o Desconhecido Para Progredir de Verdade
Seminário Dirigido em Filosofia
Uma travessia filosófica que muda a forma como você entende o progresso, o Brasil, e, principalmente, a si mesmo(a)
Percorra 500 anos de história: da colonização ao Tropicalismo, para investigar a alternativa que o pensamento antropofágico oferece à ideia de um progresso repetitivo e cansativo, caminhe, assim, sem medo em direção ao desconhecido e experimente, talvez pela primeira vez, o que é fazer e viver a filosofia, não apenas estudá-la.
Devorar o desconhecido é a única saída
"Sísifo ergueu e segurou o rochedo até o pico e está na iminência de jogá-lo para o outro lado. Jogará?"
(Oswald de Andrade, Os Dentes do Dragão)
Essa pergunta persegue o Ocidente há muito mais tempo do que imaginamos. Essa é a pergunta que ninguém fez há 500 anos, quando o civilizado encontrou o desconhecido nestas terras. Diante do primitivo, a resposta não foi suportar o desconhecido, foi eliminá-lo: destruindo o diferente, ou transformando-o em igual, em algo já conhecido e sob controle.
Oswald de Andrade encontrou uma resposta diferente pra pergunta que ele mesmo fez. Não é rolando a mesma pedra que se progride. É devorando o desconhecido. O antropófago transforma a si mesmo em diferente, devora o outro pra virar outro, sai do já sabido rumo ao que ainda não sabe.
É essa travessia que faremos neste seminário: dos Cronistas do Descobrimento ao Tropicalismo de Caetano Veloso, investigaremos se o nosso modelo de progresso, em 500 anos, foi apenas um ato repetitivo e inútil da pedra de Sísifo sendo carregada para cima e de pois rolada para baixo e se o pensamento antropofágico é a proposição de um novo caminho que com essa eterna repetição de um esforço inútil.
Para quem é este seminário
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Para você que está começando filosofia do zero ou dando os primeiros passos e quer caminhar em direção ao desconhecido: a textos, ideias, formulações absolutamente novas.
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Para você que desconfia da ideia de progresso a qual teve acesso até agora e sente que repetir o mesmo esforço ano após ano não é avançar
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Para você que quer entender melhor o corpo e alma do Brasil e, para isso, está disposta ou disposto a conviver com a ideia de um corpo e uma alma ainda desconhecidos.
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Para você que quer entender melhor o seu próprio corpo e alma, pois tem a coragem de admitir um certo desconhecimento a respeito de si mesma ou de si mesmo.
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Para você que já estuda filosofia há algum tempo, seja por conta própria, seja na universidade, mas está cansada ou cansado de ler sobre o que os outros pensaram e disseram e quer fazer os seus próprios progressos, desenvolver seu pensamento próprio.
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Para você que estuda filosofia há algum tempo: e domina alguns nomes da tradição ocidental, mas nunca investigou a fundo o que a filosofia brasileira, via antropofagia, tem a dizer sobre os mesmos problemas.
O percurso do seminário
Módulo 1: Os fatos
Que fatos relatam os civilizados ao encontrarem o primitivo (o conhecido o desconhecido)? O civilizado é de fato um progresso em relação ao primitivo?
Encontro 1 e 2 — Cronistas do Descobrimento, William James (o pai da psicologia) e Padre Antônio Vieira (o Início da literatura brasileira).
Módulo 2: os conceitos
As primeiras rachaduras Kant, Schopenhauer e Nietzsche. Como a filosofia moderna começa a questionar os limites do princípio herdado dos gregos.
Encontro 3, 4 e 5 — Montaigne, Rousseau e Freud.
Módulo 3: o “pós-antropofagia”, ainda em Oswald
“Segunda dentição” da antropofagia de Oswald, como é que o pensamento de Oswald se desenvolve após o Manifesto Antropófago de 1928? Qual é a força que faz com que o primitivismo antropofágico permaneça vivo ainda na fase madura do pensamento de Oswald e como esse pensamento se enraíza, nas “raízes do Brasil”?
Encontro 6 e 7 — Oswald de Andrade e Sergio Buarque de Holanda.
Módulo 4: o “pós-antropofagia”, depois de Oswald
A antropofagia poderia ter sido um conceito que houvesse morrido com Oswald, mas esse não foi o caso, o Tropicalismo é um desdobramento da antropofagia de Oswald que demonstra a imensa força dessa maneira de pensar. Que força é essa que faz a antropofagia permanecer totalmente viva ainda hoje?
Encontro 8 — Caetano Veloso
Uma travessia de 500 anos
Como vai funcionar
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8 encontros ao longo de 3 meses
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Online e ao vivo.
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As aulas ficam gravadas na plataforma do aluno.
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E você terá acesso a um grupo de WhatsApp exclusivo dos alunos para continuar as discussões entre os encontros.
Receba de Bônus:
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Desconto exclusivo para alunos
Ao se tornar aluno oficial do Instituto Brejo das Almas, você recebe 10% de desconto em todos os cursos e projetos online do Instituto. -
Certificado de participação
Ao concluir o seminário, você recebe um certificado do Instituto Brejo das Almas.
CONDIÇÃO ESPECIAL
Antropofagia: Devorar o Conhecido Para Progredir de Verdade
de R$580
por 6x de R$54,85
ou R$329 à vista
Vagas limitadas: para garantir a sua experiência do autêntico filosofar.
Pagamento seguro.
Acesso vitalício.
Garantia incondicional de 7 dias
Assista a primeira aula e veja se é pra você.
Após você assistir a primeira aula, você tem 7 dias para decidir se o curso é pra você. Se por qualquer motivo você achar que não é pra você, devolvemos 100% do seu investimento. Sem questionamento.
O que são os Seminários Dirigidos do Instituto Brejo das Almas
Eles são o espaço e a oportunidade para você sair da margem, abandonar a posição de espectador e experienciar, realmente, o ato de filosofar.
Filosofar é, antes de mais nada, um ato corajoso de enfrentamento daquilo que nem sempre é fácil encarar.
Nossos seminários dirigidos não são meramente uma apresentação das obras ou da história da filosofia. A metodologia Brejo das Almas é cuidadosamente pensada para que você experiencie autenticamente o ato de filosofar.
Acreditamos que isso não seja um simples jogo, uma distração, um entretenimento, mas uma atividade essencial para o ser humano, intimamente ligada a sua realização pessoal e existencial.
O Brejo é um lugar vivo que prática filosofia viva: depoimentos de quem já passou por aqui.
Luiz
"Os cursos do Brejo são uma grande oportunidade para, mais do que meramente ler, FAZER filosofia. Por si só, "O Mundo Como Vontade E Representação", de Schopenhauer, já é um curso completo, mas a obra é muito mais edificante ao se dialogar com outros interessados, nos ouvir e se fazer ouvir, sob direção e orientação de quem tem amor pela coisa. Ser capaz de entender e argumentar porque o mundo é representação de uma Vontade cega e una, e quais as consequências disso no conhecimento, no cosmos, na arte e na vida, mudou a maneira como olho para as coisas e me relaciono com elas - não há volta. O curso exige compromisso, esforço, não é fácil, de fato, mas recompensa com o que não se obtém de outra forma."
André
"Curso muito bem estruturado, denso e acessível. Começa com o texto, termina em nossa "vida prática". No meio: explicações, provocações, ópera, discussões e encontros - não necessariamente nessa ordem. Participar deste curso do brejo foi mais que enriquecedor e gratificante, foi de um aumento de potência vital indescritível."
Karen
"Encontrei o Brejo num momento muito difícil pra mim e sinto uma enorme gratidão por passar por esse processo num espaço que me permite pensar um pouquinho na minha própria vida, aprender coisas novas, cuidar de mim e estar com pessoas tão especiais.
Participar dos encontros e fazer filosofia com vcs é realmente enriquecedor e cada um que participa é uma peça fundamental que agrega sempre um conhecimento que vou levar pra vida. Obrigada pela dedicação de toda a equipe em sempre proporcionar momentos de aprendizagem e de troca com pessoas tão especiais e acolhedoras."

Sobre o Instituto Brejo das Almas e Alcides, seu professor
Filósofo, professor e idealizador do Instituto Brejo das Almas. Graduado, mestre e doutorando em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP, São Paulo). Membro de grupos de pesquisa na Universidade de São Paulo e na Universidad Nacional del Litoral (UNL, Argentina). Tradutor da Metafísica de Aristóteles. Conduz seminários voltados à prática da filosofia como forma de “cuidado de si”.
Aqui no Brejo das Almas a filosofia não é apenas teoria, mas experiência viva: um modo de escutar, pensar e expressar o que permanece oculto nas trocas imediatas do dia a dia. Talvez esse espaço seja uma resposta a uma carência que todos sentimos — a oportunidade de atualizarmos a nossa singularidade e de podermos, enfim, dizer o nosso “segredo”: comunicar a poesia afundada no Brejo da nossa Alma.

Não deixe pra depois.
Essa é uma rara oportunidade para você dar início ou continuidade ao ato de fazer filosofia. Se você está cansada ou cansado de ficar na posição de espectador, correndo ansiosamente nas margens sem ousar mergulhar nas aguas profundas da existência, é porque já está na hora de dar esse salto.
